Esta crônica é uma obra meramente ficcional, qualquer semelhança com pessoas, lugares ou fatos reais é mera coincidência. Os especialistas dizem que se carregar na boca, não deve carregar nos olhos. Estou falando de maquiagem. Ora, então, atualmente, temos uma tendência! Sim, meus olhos estão carregados de insatisfação, mas não de tristeza nem frustração, pois mesmo sabendo que a esfera da minha ação é quase nenhuma, ainda assim, seguindo firme no meu propósito de inspirar pessoas, de um modo ou de outro, mesmo que isto aconteça muito raramente, ainda que eu inspire uma única pessoa de tempos em tempos, ainda assim, me sinto realizada e cheia de felicidade por estar sendo quem sou, por viver e revelar-me tal como sou, sem máscaras! Mas sinto o peso de toda a opressão, de toda a imposição para que me anule, para que me vá morrendo aos poucos, como que sumindo, desaparecendo e tornando-me imperceptível, me desumanizando pouco a pouco. Mas que diabos! Como é possível existi...
É, minha gente, eu não sei quanto a vocês, mas euzinha aqui já estou "porra aqui" com essa *@!* de "fica em casa". E volta e meia alguém vem com uma chamada nova: "Tá sabendo das vespas-gigantes? Viu as vespas-assassinas? E a tal super pneumonia?" Caramba! Esse tipo de coisa até me arrepia. Assim é provável que eu nunca mais veja a luz do sol! E a tal máscara? Agora para sair de casa, se preciso, é um parto duplo, porque se eu não lembrava de onde estava o óculos, ainda tem essa nova focinheira para encher meu saco. Mas, reclamações a parte... Sim, eu sou reclamona. Pronto, falei! Só me resta esperar. Fui! Enquanto Espero Eu quero uma morte assim, Que seja de qualquer maneira, Eu quero morrer para mim Antes da derradeira. Eu quero me sentir em paz Com a certeza de não Deixar nada para trás. Eu quero não me ressentir Quando ela chegar para mim. E nessa minha espera, Assim espero e espero, Enquanto ela não vem, Vou vivendo a minha vida Na esperança de ir al...
A garganta em seus soluços Amarga tudo o que engulo E os olhos em plena seca Refletem o que vislumbro E quão profundo é o desalento De quem só se sente Sem ver futuro Imenso, inimaginável Como um plano obscuro Eis que o que bate aperta Até quase fazer parar E é quando o peito cessa De tanto esperar E assim finda a sorte De quem só faz desejar
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